Queratose Seborreica (Verruga Senil): O Que É, Porque Aparece e Como Tirar

A partir de certa idade quase toda a gente ganha destas: manchas castanhas em relevo, de superfície baça e rugosa, que parecem coladas por cima da pele — como se fosse possível levantá-las com a unha. Em casa chamam-se verrugas senis, verrugas da idade ou sinais de velhice. Em medicina chamam-se queratoses seborreicas.
Duas coisas importam mais do que todas as outras, e ficam ditas já:
- São benignas. Não são cancro, não se transformam em cancro e não se pegam. É a resposta que quase toda a gente vem aqui procurar, e é uma resposta sem letras pequenas.
- O trabalho do médico não é tratá-las: é ter a certeza de que é isso que elas são. Há lesões que se parecem com estas e que não são inofensivas. Tirar uma queratose seborreica é uma decisão estética ou de conforto — nunca uma decisão de risco.
Índice
O que é a queratose seborreicaNão é uma verruga — e não se pegaPorque aparecemComo são e onde aparecemÉ cancro? Pode vir a ser?Como distinguir das manchas que preocupamO que o médico vê com a lupaQuando aparecem muitas de repentePrecisa mesmo de ser tirada?Como se tiramDepois de tirar, e se voltamQuando consultarPerguntas FrequentesO que é a queratose seborreica
É um crescimento benigno da camada mais superficial da pele. As células da superfície multiplicam-se um pouco mais do que deviam num ponto e vão empilhando-se ali. O resultado é uma pápula ou placa de bordos bem definidos, rugosa, baça ou cerosa, de cor entre o castanho-claro e o quase preto. É a cor escura que costuma assustar.
A característica que mais ajuda a reconhecê-las é a sensação de estarem “coladas” por cima da pele, e não a nascer de dentro dela. Não é impressão: estas lesões ficam mesmo só na camada de cima, sem invadir a pele em profundidade — daí o aspecto sobreposto.
Quanto ao nome, uma nota que evita mal-entendidos: “seborreica” não quer dizer que tenha alguma coisa a ver com as glândulas de gordura da pele. A palavra ficou pelo aspecto oleoso e ceroso da superfície. E “queratose” refere-se à queratina, a proteína dura de que a superfície da pele é feita, que aqui se acumula em excesso.
Não é uma verruga — e não se pega
Vale a pena separar isto bem, porque o nome popular gera confusão a sério.
As verrugas verdadeiras são causadas por um vírus, aparecem em qualquer idade e transmitem-se por contacto. A queratose seborreica não tem nada disto: não há vírus nenhum envolvido, não se apanha de ninguém, não se dá a ninguém e não passa para o marido, para os netos ou para a toalha. Chama-se “verruga” apenas porque tem um aspecto parecido — e é por isso que os tratamentos de farmácia para verrugas não fazem nada nestas lesões.
Porque aparecem
Não há uma causa única, e não há nada que a pessoa tenha feito de errado. Pesam três coisas:
A idade. É de longe o factor mais forte. São raras antes dos 30 anos, tornam-se comuns a partir dos 40 e, depois dos 70, praticamente toda a gente tem pelo menos uma. Daí o nome popular.
A família. É o segundo factor mais forte e o mais subestimado. Quem tem pais ou irmãos com muitas destas lesões tem probabilidade bastante maior de vir a ter muitas também.
O sol, como ajudante. A queratose seborreica não é causada pelo sol da mesma maneira que a queratose actínica é — mas concentra-se nas zonas que apanharam mais sol ao longo da vida, o que sugere que a radiação acelera o processo em quem já tem terreno para isso.
Do lado da biologia, o que se encontra nestas lesões são pequenas alterações no “manual de instruções” das células da pele, que as fazem multiplicar-se mais e parar de descamar como deviam. São alterações confinadas àquele ponto e que não conduzem a cancro — o que explica a combinação, à primeira vista estranha, de uma lesão que cresce e persiste mas é inofensiva.
Somam-se dois factores menores: o atrito repetido (soutien, cinto, colarinho) favorece sobretudo a irritação das lesões nessas zonas, e as alterações hormonais, como a gravidez, em que por vezes aparecem várias num período curto.
Como são e onde aparecem
Estas lesões demoram anos a fazer o percurso completo. Começam como uma mancha plana e castanha-clara, indistinguível a olho nu de uma mancha do sol. Depois ganham relevo: a superfície fica rugosa, a cor escurece e aparece o tal aspecto de coisa colada por cima — é tipicamente aqui que a pessoa nota e se preocupa. Mais tarde podem tornar-se placas espessas e ásperas, com pontinhos amarelados ou escuros visíveis, que são grãos de queratina presos lá dentro. Nessa fase ficam frágeis e sangram com um toque mínimo: a unha, o pente, a lâmina de barbear, a alça do soutien.
A maioria não dá sintomas. As duas excepções são a comichão ocasional, sobretudo quando roçam na roupa, e a inflamação — algumas ficam vermelhas, dolorosas e sangram sem causa aparente. Uma lesão irritada muda de aspecto e passa a parecer bem mais preocupante do que é; é um motivo muito frequente de consulta.
Um ponto a reter: estas lesões crescem muito devagar, ao longo de anos. Uma que mude de tamanho, cor ou forma em semanas não se comporta como uma queratose seborreica — uma mancha que cresce merece sempre explicação.
Quanto ao sítio: aparecem sobretudo no tronco (costas e meio do peito são o local mais comum), na cara, no pescoço — muitas vezes ao lado dos acrocórdoes, os pequenos excessos de pele mole que ficam pendurados —, no couro cabeludo, nos antebraços e nas dobras da pele, onde ficam irritadas com facilidade. Há uma excepção útil: nunca aparecem nas palmas das mãos, nas plantas dos pés nem nas mucosas. Se está numa dessas zonas, não é isto.
Existe ainda uma variante que muita gente tem sem saber o nome: as pequenas pápulas escuras nas maçãs do rosto e nas têmporas, frequentes em pele mais escura, que começam cedo e costumam vir de família. São igualmente benignas.
É cancro? Pode vir a ser?
Não, e não. Esta é a secção que a maioria das pessoas veio ler, por isso fica sem rodeios.
A queratose seborreica fica confinada à camada superficial da pele, não invade em profundidade e não se espalha para outros órgãos. E — ao contrário da queratose actínica, que é uma lesão pré-cancerosa e coisa completamente diferente — não existe transformação de queratose seborreica em cancro da pele. Ter muitas destas lesões não significa ter mais risco de cancro da pele.
Então porque é que se fala tanto de melanoma a propósito destas manchas? Por um único motivo, e não é o que parece: não é que a queratose seborreica se torne perigosa — é que se parece com o que é perigoso. Uma queratose muito escura, com várias cores e bordos irregulares, pode ser visualmente indistinguível de um melanoma para olho não treinado. E, ao contrário, um melanoma pode ser desvalorizado durante anos por se assumir que “é só uma verruga da idade”.
Há ainda uma situação a considerar: uma lesão maligna pode aparecer ao lado ou por cima de uma queratose seborreica, por coincidência. Não é a queratose a transformar-se; são duas coisas no mesmo sítio. É mais uma razão para não presumir o diagnóstico de uma mancha nova só por já se ter muitas iguais.
Ou seja: o risco aqui não está na lesão. Está em confundi-la.
Como distinguir das manchas que preocupam
Duas perguntas resolvem a maior parte dos casos em casa: tem relevo? e está lá há quanto tempo?
| Como se apresenta | O que se sente | O que costuma ser |
|---|---|---|
| Plana, castanha, lisa, apareceu depois dos 40 em zona de sol | vê-se, não se sente ao passar o dedo | mancha do sol |
| Plana, pequena, apareceu na infância, escurece no Verão | vê-se, não se sente | sarda |
| Em relevo, rugosa, parece colada por cima, cresceu ao longo de anos | sente-se, com bordo bem definido | queratose seborreica |
| Em relevo, mole, cor da pele, pendurada por um pé fino | mexe-se ao toque | acrocórdon |
| Áspera, seca, rosada, em zona de muito sol | raspa como lixa | queratose actínica |
A regra prática é esta, e é onde o “colado” faz todo o trabalho: as manchas da idade são planas; as queratoses seborreicas têm relevo e parecem aplicadas por cima. Para o panorama geral, as manchas castanhas na pele têm artigo próprio.
Dito isto, a regra serve para orientar, não para dispensar avaliação. Nenhuma lista de características substitui olhar para a lesão — e uma queratose muito pigmentada é justamente o caso em que a distinção deixa de se fazer a olho.
O que o médico vê com a lupa
A dermatoscopia é o exame feito com uma lupa iluminada encostada à pele. Não dói, não pica, não corta e demora segundos. É o que transforma esta dúvida numa resposta.
À lupa, uma queratose seborreica típica mostra sinais que não se veem a olho nu: pequenos pontos redondos e claros, que são os grãos de queratina presos dentro da lesão; buraquinhos escuros à superfície, semelhantes a poros entupidos; e um relevo de sulcos e cristas que lembra a superfície de um cérebro ou, nas lesões mais planas, o desenho de uma impressão digital. O bordo é nítido, como se a lesão tivesse sido recortada e pousada ali.
Quando estes sinais estão presentes numa pessoa da idade típica, o diagnóstico faz-se com segurança e não é preciso mais nada. Quando não estão — ou quando há várias cores, bordo irregular ou crescimento rápido — o passo seguinte é uma biópsia cutânea, que dá a resposta definitiva. Não é sinal de alarme; é a forma de fechar a questão.
Quando aparecem muitas de repente
Aqui está a única situação em que estas lesões, sendo benignas, pedem uma avaliação que vai além da pele.
O aparecimento súbito de muitas queratoses ao mesmo tempo — em semanas a poucos meses, em quem quase não as tinha, muitas vezes com comichão associada — é um achado a levar a sério. Não porque as lesões sejam perigosas, mas porque, em alguns casos, a pele reage assim a uma doença que está a acontecer noutro sítio do corpo. É um sinal indirecto, uma espécie de eco. (Se procurar por isto noutros sítios, encontrará o nome técnico: sinal de Leser-Trélat.)
Duas ressalvas honestas, porque é fácil assustar de mais:
- A associação é discutida. As queratoses e as doenças graves são ambas mais comuns com a idade, o que faz com que apareçam juntas por coincidência muitas vezes. Nem toda a gente a quem aparecem várias tem alguma coisa.
- Ganhar umas quantas ao longo dos anos não é isto. O que conta é a rapidez e a quantidade fora do habitual, num corpo que não as tinha.
Vale a pena marcar consulta se, ao aparecimento rápido de várias lesões, se juntar comichão marcada, perda de peso sem explicação, cansaço invulgar, falta de apetite, ou o escurecimento e espessamento da pele nas dobras do pescoço e das axilas. Nesse contexto, o médico procura a causa com exames dirigidos ao que os sintomas sugerirem — e é uma investigação que vale a pena fazer cedo.
Precisa mesmo de ser tirada?
Na maioria dos casos, não. Sendo benignas e sem risco de evoluírem, deixá-las em paz é uma opção perfeitamente válida — e é a mais escolhida.
Faz sentido tirar quando incomodam fisicamente (prendem na roupa ou no pente, sangram com o barbear, ficam repetidamente irritadas), quando estão numa zona de atrito constante, quando incomodam esteticamente — razão legítima que não precisa de ser justificada — ou quando há dúvida sobre o diagnóstico, e aí já não se trata de estética: tira-se para o laboratório poder responder.
O contrário também merece ser dito. Tirar não previne nada, não reduz risco nenhum e não impede que apareçam outras noutro sítio. Como se decide retirar uma lesão da pele em geral está em remoção de sinais: quando faz sentido.
Como se tiram
Todos os métodos habituais fazem a mesma coisa por vias diferentes: destroem ou removem a camada superficial onde a lesão está. Como ela não tem raiz em profundidade, isso basta. São procedimentos de consultório, feitos numa sessão, com ou sem anestesia local conforme o caso.
- Congelar (crioterapia com azoto líquido). O método mais usado nas lesões pequenas e médias, sobretudo no tronco. Aplica-se azoto líquido com spray ou cotonete; a lesão congela, forma crosta e cai sozinha ao fim de alguns dias. O principal senão é poder deixar uma marca mais clara do que a pele à volta, que costuma recuperar mas nem sempre — e que é mais visível em pele escura.
- Raspar (curetagem). Com anestesia local e um instrumento em forma de pequena colher, remove-se a lesão até a base ficar lisa. Tem uma vantagem que os outros não têm: fica material para enviar ao laboratório, o que resolve qualquer dúvida diagnóstica no mesmo acto. É a escolha habitual nas lesões espessas.
- Queimar com corrente eléctrica (electrocoagulação). A corrente destrói a lesão e sela os vasos ao mesmo tempo. Útil nas lesões pequenas e nas pápulas escuras da cara, e frequentemente combinada com a raspagem.
- Laser. Vaporiza a lesão camada a camada, com muito controlo. É a opção preferida onde o resultado estético manda — cara, decote — e quando há muitas lesões a tratar de uma vez.
Há também cremes com um retinoide, sendo a tretinoína o exemplo clássico do grupo, por vezes tentados em lesões planas e múltiplas por quem recusa procedimentos. O efeito é parcial e lento, e não é a via habitual para este problema.
A escolha depende do tamanho e espessura da lesão, do sítio do corpo, da cor da pele e de haver ou não dúvida diagnóstica. Não há um método melhor em absoluto — há o mais adequado a cada lesão.
Uma coisa não é opção: tirar em casa, com unha, lâmina, cordel, ácidos de farmácia ou receitas caseiras. Os riscos são infecção, uma cicatriz definitiva pior do que a lesão original, e — o mais sério — destruir sem confirmação uma lesão que afinal não era o que se pensava.
Depois de tirar, e se voltam
Forma-se uma crosta, e a crosta não se arranca: cai sozinha, e arrancá-la é a forma mais fiável de ficar com marca. Entretanto, lavar com suavidade, manter a zona hidratada com vaselina ou pomada cicatrizante, e proteger do sol nas semanas seguintes — a pele nova pigmenta com facilidade, e é assim que se fica com uma mancha escura no sítio tratado. Um protector solar generoso, mal a pele o tolere, evita o problema mais comum de todos. Vermelhidão que aumenta, calor, pus, dor crescente ou febre pedem contacto rápido.
Na maioria dos casos a pele fica bem, com uma marca ténue que se esbate ao longo de meses. Em pele mais escura o risco de ficar uma diferença de cor no local é maior — e é conversa a ter antes do procedimento, não depois.
Sobre voltarem, há duas coisas que se confundem. A mesma lesão, no mesmo sítio, raramente volta a crescer; quando acontece, é porque ficou uma parte para trás. Aparecerem lesões novas noutros sítios é outra coisa, e é a regra: o tratamento retira o que existe, não altera a idade nem a herança de família. Muita gente faz uma limpeza pontual de tempos a tempos, e isso não é falha do tratamento anterior.
Prevenir, no sentido estrito, não é possível. O que ajuda é protecção solar consistente ao longo da vida, reduzir o atrito nas zonas onde as lesões irritam, e uma observação da pele com regularidade a partir dos 40 anos — sobretudo em quem tem muitas lesões e por isso maior probabilidade de deixar passar uma diferente no meio delas. Fotografar o que existe ajuda a comparar meses depois; ver sinais na pele: quando avaliar.
Quando consultar
Marque uma avaliação se:
- Não sabe o que é aquilo. É a razão mais comum e das mais úteis
- Uma lesão mudou de tamanho, de cor ou de forma em semanas ou poucos meses
- Uma lesão tem várias cores dentro, bordo irregular ou uma parte que destoa
- Sangra sozinha, sem lhe ter tocado, ou tem uma ferida que não sara
- Faz comichão persistente ou fica repetidamente inflamada
- Apareceram muitas de uma vez num período curto, sobretudo com comichão, perda de peso ou cansaço
- Uma lesão destoa de todas as outras que tem — se todas são iguais e uma é diferente, é essa que se mostra
- Há melanoma na família, ou já teve um cancro da pele
- Incomoda-a esteticamente e quer saber o que é possível fazer
Se tiver dúvidas sobre que características tornam uma lesão suspeita, veja a regra ABCDE e os sinais suspeitos que justificam avaliação.
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Perguntas Frequentes
A queratose seborreica é cancro?
Não. É um crescimento benigno da camada superficial da pele: não invade em profundidade, não se espalha a outros órgãos e não põe a vida em risco. O que justifica ser vista por um médico não é o que ela é — é a semelhança com outras lesões que não são benignas.
A queratose seborreica pode transformar-se em cancro?
Não. Não há transformação de queratose seborreica em melanoma nem noutro cancro da pele. O que pode acontecer é uma lesão maligna aparecer ao lado ou por cima de uma queratose, por coincidência — razão para mostrar ao médico qualquer mancha que tenha mudado ou que destoe das outras.
É contagiosa? Pega-se a outra pessoa?
Não. Apesar do nome popular de “verruga”, não tem vírus nenhum envolvido. Não passa de pessoa para pessoa, não se espalha por contacto e não se apanha de toalhas, roupa ou piscinas. É também por isso que os produtos de farmácia para verrugas não resultam nestas lesões.
Qual é a diferença entre isto e uma mancha da idade?
O relevo. As manchas da idade são planas: vêem-se, mas não se sentem ao passar o dedo. A queratose seborreica tem relevo, é rugosa ao toque e parece colada por cima da pele. Muitas começam como mancha plana e só ganham espessura ao fim de anos.
Posso tirar em casa?
Não. Tentar com a unha, lâmina, cordel ou ácidos de farmácia traz três riscos: infecção, uma cicatriz permanente pior do que a lesão, e destruir sem confirmação uma lesão que afinal podia não ser o que parecia. A remoção faz-se em consulta.
Congelar dói?
Arde durante a aplicação, que dura poucos segundos, e fica um desconforto ligeiro durante uma hora ou duas. Pode formar-se uma bolha no dia seguinte, o que é esperado. Na maioria dos casos não é preciso anestesia; em lesões grandes ou em zonas sensíveis, como à volta dos olhos ou nos lábios, pode usar-se anestesia antes.
Volta a aparecer depois de tirar?
A mesma lesão, no mesmo sítio, raramente volta. Aparecerem lesões novas noutros sítios, isso sim é frequente — e é esperado, porque o tratamento não muda a idade nem a herança de família. Muita gente faz uma limpeza pontual de tempos a tempos ao longo da vida.
Apareceram-me várias de repente. Devo preocupar-me?
Vale a pena mostrar. O aparecimento rápido de muitas lesões em quem quase não as tinha, sobretudo com comichão, perda de peso ou cansaço, merece avaliação médica — não porque as lesões sejam perigosas, mas porque, em alguns casos, a pele está a reagir a algo que se passa noutro sítio do corpo. Ganhar algumas ao longo dos anos é apenas o esperado com a idade.