Fungo nas Unhas (Onicomicose): Sinais, Tratamento e Quanto Demora

Uma unha que ficou amarelada. Que engrossou. Que se desfaz na ponta e se descola do dedo. A conclusão é quase sempre a mesma — “é fungo” — e a seguir vem um verniz da farmácia aplicado durante meses sem grande resultado.
Duas coisas convém saber antes de começar. Cerca de metade das unhas tratadas como fungo não têm fungo nenhum: são psoríase da unha, traumatismo repetido do calçado ou outra doença da unha, e nenhuma melhora com antifúngico. E a unha demora meses a crescer, por isso mesmo o tratamento certo parece não estar a resultar durante muito tempo.
Este artigo explica como se reconhece, porque é que vale a pena confirmar em laboratório antes de tomar comprimidos, o que existe para tratar, quanto tempo demora, como evitar que volte — e qual é o sinal na unha que nunca se deve tratar como fungo.
Índice
O que é o fungo na unhaComo se reconheceNas mãos ou nos pés? Não é a mesma coisaPorque é preciso confirmar antes de tratarO que mais se confunde com fungoA banda escura na unha — o sinal a não ignorarVernizes: quando chegamComprimidos: quando são precisosQuando o tratamento não resultaRemover a unha, laser e outros procedimentosQuanto tempo demora a ver unha novaEvitar que volteDiabetes: porque é que aqui é diferenteQuando consultarPerguntas FrequentesO que é o fungo na unha
Onicomicose é o nome médico da infecção da unha por fungos. O fungo alimenta-se da queratina — a proteína dura de que a unha é feita — e instala-se por baixo ou dentro da lâmina, onde está protegido e onde os produtos aplicados por fora chegam mal. É essa a razão de ser uma infecção tão lenta a tratar.
Três coisas que definem o problema:
- Não sara sozinha. Ao contrário de uma micose da pele, praticamente não regride sem tratamento — vai avançando ao longo de meses e anos.
- Quase não dói, e por isso arrasta-se durante anos antes de alguém procurar ajuda. Quando dói, geralmente já engrossou o suficiente para pressionar dentro do sapato.
- É um reservatório. Enquanto a unha estiver infectada, alimenta o pé de atleta e reinfecta a pele à volta — e as outras unhas.
Faz parte da família das micoses da pele, causadas na grande maioria dos casos pelos mesmos fungos que provocam o pé de atleta.
Como se reconhece
O padrão mais comum começa na ponta ou no canto da unha e avança lentamente para a base:
- Cor — amarelada, acastanhada, por vezes esbranquiçada.
- Espessura — a unha engrossa e fica difícil de cortar.
- Textura — fica friável, esfarela-se, parte-se em vez de cortar direito.
- Descolamento — a unha separa-se do dedo por baixo, e forma-se um espaço oco.
- Debris — acumula-se por baixo um material esbranquiçado e farelento.
Há outras formas de aparecer, e vale a pena conhecê-las porque mudam a conduta:
| Como aparece | O que se vê | O que costuma implicar |
|---|---|---|
| Pela ponta ou pelo canto (a mais comum) | Amarelado, espessura, descolamento, farelo por baixo | O padrão habitual; tratamento conforme a extensão |
| Manchas brancas à superfície | Manchas brancas que se raspam com facilidade | Só à superfície; costuma responder ao tratamento aplicado na unha |
| Pela base da unha (junto à lúnula) | Mancha branca ou amarelada junto à meia-lua | Merece investigação — nesta forma há que despistar defesas em baixo |
| A unha toda destruída | Lâmina substituída por massa esfarelada | Fase avançada; pode não recuperar totalmente o aspecto |
A extensão importa mais do que parece: até onde chega o fungo, e se atingiu ou não a base da unha, é o que decide se um verniz basta ou se são precisos comprimidos.
Nas mãos ou nos pés? Não é a mesma coisa
O fungo nas unhas é muito mais frequente nos pés — o pé vive fechado, quente e húmido dentro do sapato, sofre microtraumatismos a cada passo e é onde vive o pé de atleta que serve de fonte. As unhas dos pés também crescem mais devagar, o que dá vantagem ao fungo.
Nas mãos, quando aparece, o quadro é muitas vezes diferente. Em vez do fungo clássico do pé de atleta, o responsável é frequentemente uma levedura — o mesmo tipo de fungo das candidíases —, e instala-se sobretudo à volta da unha, na prega da base: a pele fica inchada, vermelha e dolorosa, a cutícula desaparece, e a unha vai-se deformando a partir daí. É típico de quem passa o dia com as mãos molhadas: restauração, limpezas, cabeleireiro, lavandaria, saúde.
Daí duas consequências práticas. O tratamento não é necessariamente o mesmo, e é essa uma das razões para identificar o agente. E não basta tratar a unha: enquanto as mãos passarem o dia molhadas e a pele à volta estiver inflamada, a infecção mantém-se. Luvas, secar bem e proteger a pele à volta fazem parte do tratamento.
Porque é preciso confirmar antes de tratar
É o ponto mais importante deste artigo: não se devem tomar comprimidos antifúngicos sem confirmar que há mesmo fungo.
Três razões:
- Cerca de metade das “unhas com fungo” tem outra causa — e nenhuma delas melhora com antifúngico.
- Os comprimidos não são inócuos. Exigem vigilância do fígado e podem interferir com outros medicamentos que a pessoa já toma.
- Saber qual é o fungo muda a escolha do medicamento — nem todos respondem ao mesmo.
A confirmação faz-se colhendo material da unha na consulta. Corta-se e raspa-se a zona de transição, entre a parte doente e a parte sã, que é onde o fungo está vivo — e não a ponta já morta, que é o erro mais comum e a razão de muitos resultados falsamente negativos. É preciso ter tirado o verniz e não ter aplicado antifúngico nos dias anteriores.
Essa amostra da unha é enviada ao laboratório, e ali há três coisas que se podem fazer com ela: vê-la ao microscópio (resposta rápida; diz se há fungo, não diz qual), pô-la a crescer em cultura (demora semanas, mas identifica a espécie) e fazer pesquisa genética do fungo (mais rápida e mais sensível que a cultura, identifica também fungos resistentes, e não está disponível em todo o lado).
Quando a suspeita é forte mas os exames dão negativo, pode ainda analisar-se um fragmento da unha aparada em anatomia patológica — o método mais sensível de todos, e o que ao mesmo tempo permite ver se aquilo é antes psoríase.
O que mais se confunde com fungo
| O que é | O que faz suspeitar |
|---|---|
| Psoríase da unha | Pequenas covinhas na superfície (como se tivessem sido picadas com um alfinete) e uma mancha alaranjada sob a unha, como uma gota de óleo. Muitas vezes há psoríase na pele ou no couro cabeludo |
| Traumatismo repetido | Calçado apertado, corrida; atinge tipicamente o dedo grande e o dedo pequeno |
| Líquen plano da unha | Sulcos ao comprido, unha que afina e uma membrana que cresce por cima dela |
| Eczema à volta da unha | Ondas transversais na unha, com eczema nas mãos ou nos pés |
| Sangue debaixo da unha | Mancha escura que se desloca com o crescimento da unha e desaparece pela ponta |
| Melanoma da unha | Banda escura ao comprido, numa só unha, que muda — ver secção seguinte |
A confusão mais frequente e mais cara é com a psoríase da unha, porque leva a meses de antifúngico sem efeito. E as duas até podem coexistir: ter psoríase não impede ter fungo por cima.
A banda escura na unha — o sinal a não ignorar
Uma risca escura ao comprido da unha merece sempre avaliação, e nunca deve ser tratada como fungo. Na maioria das vezes não é nada de grave — em pessoas de pele mais pigmentada é frequente e costuma aparecer em várias unhas ao mesmo tempo. Mas é também a forma como se apresenta o melanoma da unha, cujo diagnóstico é frequentemente tardio precisamente por ser confundido com fungo ou com uma pancada antiga.
Marque consulta sem esperar se a banda:
- Está numa só unha, sobretudo no polegar, no indicador ou no dedo grande do pé.
- É larga e ocupa uma parte importante da unha.
- Tem cores diferentes dentro dela ou contornos mal definidos.
- Está a alargar ou a mudar ao longo dos meses.
- Passou o pigmento para a pele à volta da unha.
- Apareceu num adulto sem qualquer pancada que a explique.
- Vem acompanhada de destruição da unha por cima.
Esta lista serve para saber quando procurar avaliação — não para concluir que está tudo bem. A distinção faz-se na consulta, com dermatoscopia da unha e, se necessário, biópsia da base da unha. Veja também o guia de sinais de alarme da pele.
Vernizes: quando chegam
Existem em Portugal vernizes medicamentosos para as unhas — com amorolfina ou com ciclopirox — feitos para atravessar a lâmina e actuar onde o fungo está.
Fazem sentido quando está atingida só uma parte da unha, quando a base da unha foi poupada (a meia-lua não está envolvida), nas formas superficiais de manchas brancas que se raspam, e em quem não pode tomar comprimidos por doença do fígado ou por interacção com outra medicação. Usam-se também em conjunto com o comprimido, para aumentar a probabilidade de cura.
Duas verdades a dizer à partida. Sozinhos, e numa unha muito atingida, os vernizes resolvem pouco — sobretudo no pé. E limar a superfície da unha antes de aplicar faz diferença real, porque é o que permite ao produto chegar ao fungo em vez de ficar à superfície.
Não confundir com vernizes cosméticos ou com produtos de drogaria “para unhas com fungo”: não são a mesma coisa, e o principal risco é atrasar meses o diagnóstico correcto.
Comprimidos: quando são precisos
O tratamento por via oral é o que resolve os casos a sério, e está indicado quando:
- Está atingida grande parte da unha.
- O fungo chegou à base da unha, onde a unha se forma.
- Há várias unhas afectadas.
- A unha está totalmente destruída.
- Há pé de atleta extenso associado.
Em Portugal, os dois antifúngicos orais usados nesta situação são a terbinafina, em comprimido, e o itraconazol, em cápsula. A terbinafina é habitualmente a primeira escolha para os fungos mais comuns; o itraconazol é preferido perante leveduras, alguns bolores e quando há resistência à terbinafina.
Na prática, isto implica análises ao fígado antes e durante o tratamento, rever toda a medicação que a pessoa já toma — sobretudo com o itraconazol, que interfere com muitos medicamentos comuns, incluindo os do colesterol e do coração — e tratar ao mesmo tempo o pé de atleta, sem o que a unha volta a infectar-se. A dose, o esquema e a duração são decisão médica, e variam com a unha, a idade e as outras doenças da pessoa.
Perder o paladar durante algumas semanas é um efeito conhecido e reversível de um deles, e assusta bastante quem não foi avisado.
Quando o tratamento não resulta
Se ao fim de um tratamento completo e bem cumprido a unha não melhorou, a resposta não é repetir o mesmo mais tempo. Vale a pena reabrir a pergunta:
- Era mesmo fungo? É aqui que a confirmação laboratorial devolve o investimento. Se nunca se confirmou, é o primeiro passo.
- Foi tomado como devia? São tratamentos longos, e a desistência a meio é comum e compreensível.
- A fonte foi tratada? Um pé de atleta activo, o calçado, e as unhas dos outros dedos reinfectam.
- É um fungo resistente? Existem fungos que já não respondem ao antifúngico oral habitual e que se têm espalhado — motivo pelo qual, perante uma falência, faz sentido identificar a espécie em laboratório antes de assumir que o doente não cumpriu.
Remover a unha, laser e outros procedimentos
Complementos, nunca substitutos. Amolecer e remover a parte doente da unha com uma pomada em oclusão durante alguns dias permite tirar a porção destruída sem cirurgia e expõe o leito ao tratamento — útil quando a unha está muito espessa. A remoção cirúrgica fica reservada a casos seleccionados, com anestesia local, e exige tratamento antifúngico na mesma. Quanto ao laser, a evidência é fraca: pode ter lugar em quem não pode fazer comprimidos, mas com expectativas realistas — várias sessões, custo elevado, sem garantia de cura. Não substitui o tratamento oral quando este é possível.
Quanto tempo demora a ver unha nova
Esta é a pergunta que evita a maior parte das desistências. A parte da unha que já está estragada não recupera. O que vai aparecer saudável é unha nova, que cresce a partir da base — e cresce devagar.
Uma unha da mão renova-se por completo em cerca de meio ano. Uma unha do pé pode levar um ano ou mais. Isto significa que, mesmo com o tratamento certo e bem feito, o aspecto continua mau durante muitos meses. Não é sinal de falência: é o tempo que a unha leva.
Por isso o acompanhamento é feito em duas medidas: primeiro confirma-se que o fungo desapareceu, com nova colheita; só bastante mais tarde se avalia se a unha ficou com bom aspecto. Fotografar a unha no início ajuda mais do que parece — a memória engana, e a comparação mês a mês é o que mostra que está de facto a crescer melhor.
Evitar que volte
A recidiva é frequente, e evita-se sobretudo tratando a origem:
- Tratar o pé de atleta ao mesmo tempo — é a causa número um de reinfecção.
- Cuidar do calçado: pó antifúngico, trocar palmilhas depois da cura, arejar e alternar pares.
- Meias que afastem a humidade, trocadas todos os dias e lavadas a temperatura alta.
- Secar bem os pés, com atenção aos espaços entre os dedos.
- Não partilhar corta-unhas, limas, toalhas nem calçado; desinfectar o material depois de usar.
- Chinelos em balneários, piscinas e ginásios.
- Unhas curtas e direitas, e a pele à volta hidratada — as fissuras são a porta de entrada.
- Ver os pés de quem vive na mesma casa: tratar só uma pessoa é trabalho perdido.
Uma reavaliação alguns meses depois de terminar permite apanhar uma recidiva cedo.
Diabetes: porque é que aqui é diferente
Em quem tem diabetes, o fungo na unha deixa de ser um problema estético. A unha espessa e deformada magoa a pele à volta, a sensibilidade reduzida faz com que essas feridas passem despercebidas, e a circulação comprometida faz com que cicatrizem mal — e é assim que uma unha com fungo se torna a porta de entrada de uma infecção séria do pé.
Por isso, em quem tem diabetes: tratar cedo, confirmar sempre em laboratório antes de medicar, avaliar o coração e o fígado antes dos comprimidos, vigiar as interacções com a medicação da diabetes e do colesterol, manter seguimento com podologia, examinar os pés todos os dias e nunca tratar por conta própria feridas, calos ou unhas.
Quando consultar
Justificam avaliação dermatológica:
- Alterações da cor, da forma ou da espessura de uma unha que duram mais de um ou dois meses.
- Unha que engrossa, se esfarela ou se descola de forma progressiva.
- Várias unhas afectadas.
- Um produto de farmácia usado durante meses sem resultado.
- Dor, deformação ou sinais de infecção à volta da unha.
- Inflamação persistente da pele à volta da unha, sobretudo em quem trabalha com as mãos molhadas.
- Uma banda escura ao comprido — sobretudo se é numa só unha, larga, irregular, se está a mudar ou se o pigmento passou para a pele à volta. Não esperar.
- Diabetes, má circulação ou defesas em baixo, com qualquer alteração da unha.
- Recidiva depois de um tratamento aparentemente bem sucedido.
Em crianças o fungo da unha é raro, e por isso qualquer unha alterada numa criança merece ser vista em vez de tratada às cegas — a dermatologia pediátrica tem regras próprias.
Na MyDermaCare, poderá realizar uma consulta de dermatologia online: responde a um questionário médico, submete fotografias e recebe em até 24 horas úteis um relatório dermatológico com orientação para o seu caso.
Perguntas Frequentes
Como sei se a minha unha tem fungo ou é psoríase?
A olho é difícil, e é por isso que cerca de metade das unhas tratadas como fungo afinal não o têm. Sugerem psoríase as pequenas covinhas na superfície da unha, como se tivesse sido picada com um alfinete, e uma mancha alaranjada por baixo, com aspecto de gota de óleo — sobretudo se há psoríase na pele ou no couro cabeludo. A única forma de decidir é colher material da unha e enviá-lo ao laboratório. Começar comprimidos sem essa confirmação é o erro mais comum, e custa meses.
Fungo nas unhas das mãos é a mesma coisa que nos pés?
Nem sempre. Nos pés o responsável é quase sempre o mesmo fungo do pé de atleta. Nas mãos é frequente ser uma levedura, que ataca sobretudo a pele à volta da unha — que fica inchada, vermelha e sem cutícula — e só depois deforma a unha. É típico de quem tem as mãos muito tempo molhadas. Como o agente pode ser diferente, o tratamento também pode ser, e manter as mãos secas passa a fazer parte do tratamento.
O verniz da farmácia chega?
Depende de quanto da unha está atingida. Um verniz medicamentoso pode resolver quando só parte da unha está afectada e a base foi poupada. Se a unha está muito comprometida, se o fungo chegou à base ou se há várias unhas, é preciso tratamento por comprimido — sozinho ou combinado com o verniz. Vernizes cosméticos e produtos de drogaria não tratam nada e atrasam o diagnóstico.
Quanto tempo até a unha ficar bonita outra vez?
A parte já estragada não recupera — o que vai aparecer saudável é a unha nova. Uma unha da mão renova-se em cerca de meio ano; uma do pé pode levar um ano ou mais. O aspecto continua mau durante muitos meses mesmo com o tratamento certo, e suspender por parecer que “não está a fazer nada” é o erro que mais faz falhar estes tratamentos.
O fungo da unha volta sempre?
Não sempre, mas a recidiva é comum. As causas habituais são o pé de atleta que não foi tratado ao mesmo tempo, o calçado e as palmilhas contaminados, partilhar corta-unhas e toalhas, andar descalço em balneários e doenças mal controladas como a diabetes. A prevenção depois da cura conta tanto como o tratamento.
Sou diabético — tenho de tratar com mais urgência?
Sim. Uma unha espessa e deformada magoa a pele à volta; a sensibilidade reduzida esconde essas feridas e a circulação comprometida faz com que cicatrizem mal — é assim que se chega a infecções sérias do pé. Nestes casos confirma-se sempre o diagnóstico, avalia-se o fígado e o coração antes de qualquer comprimido, vigiam-se as interacções com a restante medicação e mantém-se seguimento regular dos pés.
Posso pintar as unhas durante o tratamento?
Com verniz medicamentoso, não — o produto tem de estar em contacto directo com a unha. Se o tratamento é por comprimido, pode usar verniz cosmético com moderação, mas convém removê-lo antes de cada consulta e evitar gel e semipermanente, que danificam a unha e dificultam a avaliação.
Tenho uma risca escura numa unha — é fungo?
Não parta desse princípio, e não a trate como fungo. Uma banda escura ao comprido tem várias causas, e em pessoas de pele mais pigmentada é frequente e habitualmente inofensiva, sobretudo quando aparece em várias unhas. Merece avaliação sem esperar se está numa só unha, se é larga, se tem cores irregulares, se está a alargar, se o pigmento passou para a pele à volta ou se a unha está a ser destruída por cima dela. É a forma como se apresenta o melanoma da unha, e o diagnóstico precoce faz toda a diferença.